#LollaNoSofá: Resumão #2

Seguimos hoje com a parte #2 – domingo, do especial #LollaNoSofá aqui do Yellow. Se você ainda não viu a parte #1, não perca tempo e leia agora :) É preciso deixar claro que esse também é um post cheio de links e gifs para melhor informar e divertir você, querido leitor.

Antes de prosseguir, vou confessar que foi mais fácil acompanhar os shows de sábado do que os de domingo e que também optei por ficar apenas com as transmissões da TV, ignorando totalmente os shows do palco 3, com transmissão exclusiva via web.

lolla2
Fonte: Site Multishow

O que eu não vi – Rudimental, O Terno, Interpol

Quando o dia no Lollapalooza começou, dei uma rápida olhada no show da banda Rudimental e achei legal. Eu não conhecia o som dos caras, assim como também não conhecia (e sigo sem conhecer, porque não vi, rá!) O Terno, que é banda paulista, e Interpol que é uma banda americana indie que, sinceramente, eu devia ter assistido porque a cada dia gosto mais do estilo. Seguindo essa constatação, vocês devem deduzir que eu escolhi acompanhar o show do The Kooks que é britânica, mas também é indie. Esse era o plano, mas…

E o que eu perdi – FFA

Perdi a participação da banda Far From Alaska que você pode e deve conhecer através de posts aqui do blog mesmo \o/ Eles se apresentaram no palco principal do evento, mas bem cedo, 12h40 e acho que o show nem foi transmitido #todoschora. Apesar de tudo isso, a FFA atraiu e agitou o público que já chegava para o segundo dia do festival.

cryingO humor decide o que a gente escuta – Three Days Grace e The Kooks

Não acompanhei The Kooks porque meu humor no domingo pediu algo mais pesadinho e melancólico e, por isso, optei por prestigiar Three Days Grace. Sim, aquela banda que canta “I hate everything about you. Why do I love you?” Inclusive, foi nessa hora do show que vi uma fã chorando loucamente e pensei “eu também estaria chorando, o show inteiro, aliás”. Não por ser grande fã da banda, mas pelo mood do dia mesmo.  

smiling gifNa verdade, para melhorar o dia, deu tempo de fazer o troca troca de canais e assistir o resto do show do The Kooks e voltar a sorrir \o/ Apesar de ser mesmo um show mais alegre, pelo que vi de casa, a galera presente estava se divertindo mais com Three Days Grace. Maaaaas, não posso garantir nada por motivos de: 1) eu não estava lá e se estivesse teria visto apenas um show; 2) não vi a apresentação dos britânicos por completo né; 3) Tiveram sim muitas dancinhas por metro quadrado.

No meu palco principal – Pitty e Foster The People

Quem acompanha o blog há mais tempo já me viu tecer alguns elogios à Pitty. Gosto do som e principalmente da atitudemark foster dela… Não só por isso, mas também para valorizar um pouquinho mais o nacional (coisa que eu mesma peco em fazer) a colocaria no palco principal, no lugar de Foster the People. Nada contra os caras, porém. Nada mesmo. O show deles foi bem legal e, por isso, vale um melhores momentos aqui para mim vocês (nós). E sim, teve dancinha do Mark para animar a galera!

A Pitty já ganhou playlist especial aqui no Yellow e, sem dúvida, de todas as atrações nacionais do festival, foi a minha favorita. Falei no começo do post sobre FFA que eu adoraria assistir ao vivo, mas a relação com a baiana é de longa data e acho mesmo que um show dela super vale a pena. As mais músicas novas, do Sete Vidas, são boas, os sucessos antigos a gente ainda sabe cantar e, claro, o poder e presença de palco que ela tem ajudam a animar qualquer um (acho).

Indie fever – Young the Giant

Nem precisava deixar assim tão claro que o indie teve vários representantes no Lolla, principalmente no domingo. Os americanos do Young the Giant, que me atraem muito mais pelo nome da banda do que pelas músicas em si. Não conheço bem a banda, não achei tão animado quanto os demais shows do gênero e, obviamente, não sabia cantar nada para me divertir junto, maas, me pareceu um show gostosinho, mas, do sofá, eu fiquei meio bored. A música que eu mais gostei e que também empolgou a galera foi Cough Syrup, um dos singles dos caras. Algum fã por ai para falar melhor sobre?

Não vi, não quis ver, mas quis saber – The Smashing Pumpkins

Quando saiu o line-up, coloquei The Smashing Pumpkins na lista das grandes bandas do festival. Porém, a medida que o tempo passa, minha birra com Billy (William) Corgan só aumenta e eu não quis gastar nem um segundo vendo o show da banda ao vivo. Perdi um pouco com isso porque algumas músicas das antigas são sim bem legais… Mas, tudo bem. Estão ai os melhores momentos para quem não estiver de mal do cara como eu, haha – Há quem diga, inclusive, que foi o melhor show do festival… Por isso, deixo também uma resenha super legal da Rolling Stones.

Explicação: Desculpem a birra, mas já faz tempo que acho Corgan um bobão e a situação só piora. A última foi que ele reclamou do “happy birthday Billy” no show em Lima porque seu nome é William. Os fãs tentaram se redimir, mas eu ia era xingar mesmo.

Continuo sem entender show de DJ – Calvin Harris

Eu tentei acompanhar Calvin Harris, mas, não sou muito fã do estilo e acabei diminuindo bem o volume. Entre Calvin e Skrillex (atração de sábado), eu certamente prefiro o britânico (mais uma vitória para os conterrâneos da rainha no duelo UK x USA. Sim, você precisa ler o post #1 para entender essa referência). Vocês também conhecem Feel So Close e Summer, né?!

lari pharrell
Essa sou eu participando ativamente do #PharrellNoMultishow – @lari_lrm

Muito além de Happy – Pharrell (melhor show)

Enquanto eu seguia determinada a ignorar Billy Corgan, dei fim ao troca troca de canais e segui com Pharrell Williams. Eu sei e entendo que a maioria da galera está cansada de Happy. E, como se não bastasse, o aquecimento para esse segundo dia de Lollapalooza foi colocar a galera que compareceu para cantar Happy.

É preciso deixar claro, porém, que Pharrell existe muito além desse hit. O cara é produtor e já foi responsável por uma quantidade enorme de sucessos que tocaram over and over again nas rádios americanas e britânicas. Durante o show, músicas conhecidas da galera aparecem e ai o público pode pensar, mas é Justin (Timberlake)? É Britney? É Gwen Stefani? É!!! O trabalho do cara como produtor também faz parte de sua apresentação e isso, na minha visão, torna tudo ainda mais legal. Isso merece atenção e reconhecimento!

Pharrell me pareceu animado, interagiu com a galera, levou fãs para o palco (mais de uma vez) e fez do show uma festa \o/ Uhuuull PAR-TAY!! As suas dançarinas também ajudaram a deixar a apresentação mais completa e animada. E, claro, os melhores momentos porque vocês P-R-E-C-I-S-A-M curtir isso!

Sim, a música final foi Happy para fechar a festa com chave de ouro. Com direito a chuva de papel picado, inclusive. E, haters gonna love, apareceu como HARRY na tela do Multishow #risos – Ao final da apresentação, as fãs que estavam no palco também deram as mãos para Pharrell e equipe na hora do agradecimento. Na minha opinião, o melhor show da noite!

Extra e pré-show, teve esse “sósia” do Pharrell que ficou mais de 2h tirando fotos com a galera e pode curtir seus 15 minutos de fama.

E, para fechar o post, uma reflexão interessante sobre o Lollapalooza, sua importância e pensamentos para o futuro…

É isso! Espero que tenham gostado do #LollaNoSofá e que, no próximo festival, o Yellow possa fazer um especial do Lolla diretamente do Lolla! Espero também que o festival seja melhor no ano que vem, com um seleção mais bacana e equilibrada entre os dois dias. Sinceramente, achei sábado significativamente melhor.

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6 comentários sobre “#LollaNoSofá: Resumão #2

  1. Segundo dia de Lolla \o/
    Eu já tava sem voz e sem pernas, o dia não tava bonito, tava chovendo pakas e confesso que eu não teria ido nesse segundo dia se não fosse por Foster the People, tanto que cheguei até meio que tarde no autódromo. Fiquei passeando e vendo as outras atividades do festival mas depois me arrependi um pouco porque queria ter visto Far From Alaska de tanto ouvir elogios.

    Uma coisa que me deixou chateada foi Pitty no mesmo horário de Foster. Maior dilema da vida pra escolher, mas fiquei com Foster porque, além de ser super fã, os caras são de fora e tals, meio difícil pra eles voltarem e eu já vi Pitty outras vezes (inclusive no CBB lembra? haha). Não queria sofrer na multidão como sofri no show do Bastille então fui pro palco enquanto Interpol ainda tava tocando (inclusive o show dos caras tava lotado e eu curti o som deles!). Quando acabou e as pessoas foram saindo eu fui parar na grade e curti Foster DEMAIZÃO! Outro sonho realizado e é o show que tô mais sentindo saudades.

    Depois de Foster a massa toda foi saindo pra ver Calvin, não tinha nem como você não ir porque as pessoas te levavam. Eu tava na esperança de que o show fosse tipo o do Skrillex, mas não rolou. Eu gosto do som dele mas lotou demais, demais, demais, a ponto do som ficar baixo e não dar pra curtir, e achei a galera um pouco mais desanimada também, pelo menos a parte que eu conseguia ver né.

    Depois do Calvin tinha Pharrel, mas me deixei levar por “tô cansada de ouvir Happy” e acabei indo embora até mesmo pra evitar a fadiga de pegar metrô lotado. Me arrependi depois de ler seu post hahaha preciso realmente conhecer mais os trabalhos dele.

    Sensa sua reflexão sobre o Lolla! Espero que no próximo a gente possa se trombar por ai!

    Beijão :)

    Curtido por 1 pessoa

    1. *_______________*
      Eu acho que eu ia ficar super desanimada por segundo dia, mas… Não dava mesmo pra perder né?!

      Pra mim, mesmo do sofá, não foi fácil lidar com Foster e Pitty no mesmo horário… Mas, tem a “vantagem” de troca troca de canais que jamais superará a experiência ao vivo, hehe.

      E bah… Devia ter feito um post sobre Pharrell antes do Lolla pra você ter decido ficar e curtir!

      Espero que nos encontremos no Lolla e em outros festivais!

      Beijooo e obrigada pelos comentários fantásticos!

      Curtir

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